Dr. Lincoln Astre (Lincoln Assis de Astrê) disputou 9 eleições entre 2006 e 2024, para vereador, deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ji-Paraná em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RO: 5.280 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Ji-Paraná/RO, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 47 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil), publicidade por adesivos (R$ 8 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 68 mil em 2022 e R$ 16 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
564 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Lincoln Assis de Astre em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 62 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos
Dr. Lincoln Astre declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Ji-Paraná (RO) em 2008, 2012, 2016 e 2024, deputado federal por Rondônia em 2014 e 2018, prefeito em Ji-Paraná (RO) em 2020, e deputado estadual por Rondônia em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 47 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil) e publicidade por adesivos (R$ 8 mil). Em 2022, R$ 68 mil em gastos; em 2020, 51% dos R$ 16 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.
Receitas em 2024R$ 62 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 68 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 32% · pessoas 36% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil43,7%
Serviços de terceirosR$ 1 mil22,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 651,5%
Outras 1 categoriaR$ 1 mil32,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2018—GRO · 46 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PSC · nº 2018 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2016—LJi-Paraná, Rondônia · 44 anos · Parda · Superior completo · Vereador · PP · nº 11012 · o TSE não publicou votação desta candidatura · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.