Claudio Agostinho Frare

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Claudio Agostinho Frare
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
33 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Claudinho Frare (Cláudio Agostinho Frare) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Tangará da Serra em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Tangará da Serra/MT: 1.744 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tangará da Serra/MT, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 59 mil de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil), serviços de terceiros (R$ 20 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2016 e R$ 21 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.744 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Claudio Agostinho Frare em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 89 mil em receitas · R$ 89 mil em gastos

Claudinho Frare declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Tangará da Serra (MT) em 2012 e 2016, e prefeito em Tangará da Serra (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 59 mil de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e serviços de terceiros (R$ 20 mil). Em 2016, R$ 16 mil em gastos contratados; em 2012, 51% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 89 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 89 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
14 doadores pessoas físicas
FEFC 34% · pessoas 66%
Gasto contratado
R$ 89 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil33,7%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil22,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 8 mil9,0%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil9,0%
  • Outras 11 categoriasR$ 23 mil25,9%
2016Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido 43% · pessoas 57%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil30,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil29,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil6,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 712 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil19,7%
2012Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 51% · empresas 13% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil51,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil16,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil9,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil7,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil14,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Claudio Agostinho Frare (Claudinho Frare): candidaturas e votos · Radar do Voto