Dr Fábio Simões declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Rio das Ostras (RJ) em 2012 e 2016, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, e prefeito em Rio das Ostras (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 873 mil em receitas: R$ 720 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil de outros recursos do partido, R$ 117 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 838 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 283 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil). Em 2016, 75% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, 72% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2020R$ 873 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 838 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 44 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas52012, 2014, 2016 e 2020
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 873 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 82% · partido 4% · pessoas 13% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 838 mil
tudo pago (100%)
- Militância e mobilização de ruaR$ 283 mil33,8%
- Materiais impressosR$ 153 mil18,3%
- Publicidade por adesivosR$ 113 mil13,4%
- Serviços de terceirosR$ 80 mil9,5%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 69 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 209 mil25,0%
Arrecadado
R$ 44 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 33 mil74,7%
- Materiais impressosR$ 6 mil13,4%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil5,3%
- Publicidade por adesivosR$ 2 mil4,1%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 65 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil2,6%
Arrecadado
R$ 278 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 92% · próprios 8%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 17 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil71,8%
- Materiais impressosR$ 4 mil21,5%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil6,5%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 500,3%
Arrecadado
R$ 11 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 80% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil65,8%
- Materiais impressosR$ 1 mil14,3%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 6958,7%
- Outras 1 categoriainclui R$ 888 lançados como "diversas a especificar"R$ 88811,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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