Segundo o Radar do Voto, Francimar Fernandes (PODE) teve 756 votos para deputado estadual pelo Acre em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Francimar Fernandes (Francimar Fernandes de Albuquerque) disputou 13 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Feijó em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Feijó/AC: 5.716 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AC, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 212 mil em 2022 e R$ 100 mil em 2020.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
756 votos em 2026 · 13 eleições
A votação de Francimar Fernandes de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 11 mil em receitas
Francimar Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Feijó (AC) em 2012 e 2020, deputado estadual por Acre em 2014, 2018 e 2026, e deputado federal por Acre em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Em 2022, R$ 212 mil em gastos contratados; em 2020, R$ 100 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 11 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2022R$ 212 milcontratados, campanha encerrada
Outras 1 categoriainclui R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 7 mil17,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2012—LFeijó, Acre · 66 anos · Ensino médio completo · Ocupante de Cargo em Comissão · PT · nº 13 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 2004ELEITO5.337LFeijó, Acre · 58 anos · Ensino médio completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE1.906GAC · 52 anos · Ensino médio incompleto · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PT · nº 13133 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.