Gontran Neto

Foto de Gontran de Freitas Maciel Neto
Gontran Neto
Gontran de Freitas Maciel Neto (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2018 · PT
52 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Técnico em Agronomia e Agrimensura
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gontran Neto (Gontran de Freitas Maciel Neto) disputou 3 eleições entre 2004 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cruzeiro do Sul em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Cruzeiro do Sul/AC: 754 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 29 mil, 44% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

458 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Gontran de Freitas Maciel Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 6 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Gontran Neto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cruzeiro do Sul (AC) em 2008, e deputado estadual por Acre em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 5 mil). Em 2008, 44% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2018R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 29 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 19%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Locação de imóveisR$ 5 mil100,0%
2008Vereador, Cruzeiro do Sul (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 55% · empresas 17% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil43,5%
  • Materiais impressosR$ 9403,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 4001,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2500,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 132 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil50,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892