Edilamara Rangel Gomes Alves Francisco

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Edilamara Rangel Gomes Alves Francisco
3 eleições entre 2018 e 2022 · último partido UNIÃO
44 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Doutora Edilamara Rangel (Edilamara Rangel Gomes Alves Francisco) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputada estadual, vice-prefeita e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por ES: 3.733 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por ES, declarou R$ 162 mil em receitas: R$ 148 mil do partido e R$ 14 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), serviços prestados por terceiros (R$ 15 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 8 mil).

Evolução da votação nas eleições

A votação de Edilamara Rangel Gomes Alves Francisco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Candidaturas (3)

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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