- Materiais impressosR$ 51 mil33,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 45 mil29,5%
- PessoalR$ 28 mil18,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 27 mil17,8%
- Outras 2 categoriasR$ 5880,4%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jonas Lima (Jonas de Souza Lima) disputou 3 eleições entre 2010 e 2018, para deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por AC: 7.322 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AC, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 67 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 45 mil) e pessoal (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 245 mil em 2014 e R$ 128 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jonas de Souza Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jonas Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Acre em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 67 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 45 mil). Em 2014, R$ 245 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 128 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.