Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcus Cavalcante (Marcus Antonio Cavalcante Lima) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018; vereador de Feijó em 2004; vereador de Bujari em 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AC: 5.520 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Acre, indicou R$ 13,4 milhões em 67 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 8 municípios; 29% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AC, declarou R$ 164 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 101 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 27 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 21 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 70 mil, 52% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
5.520 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Marcus Antonio Cavalcante Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 164 mil em receitas · R$ 151 mil em gastos
Marcus Cavalcante declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 164 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 101 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 27 mil). Em 2018, 52% dos R$ 70 mil em gastos foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 164 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 151 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 70 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas 52% · pessoas 25% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 70 mil
tudo pago (100%)
PessoalR$ 36 mil51,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil18,9%
ComíciosR$ 5 mil6,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil2,9%
Outras 3 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil19,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 13,4 milhões indicados · 29% pago · 67 emendas em 8 municípios
Assembleia Legislativa do Estado do Acre. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4
Na Assembleia Legislativa do Estado do Acre, Marcus Cavalcante indicou R$ 13,4 milhões em 67 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 8 municípios. Até a coleta na fonte, 29% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Seagri (35%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Rio Branco, Feijó e Mâncio Lima. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 11,4 milhões em 53 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 2 milhões em 14 emendas.2
IndicadoR$ 13,4 milhõesorçamentos de 2023 a 2026
PagoR$ 3,9 milhões29% do indicado
Emendas67estaduais
Municípios8diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
Orçamento
Indicado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2026
R$ 4,2 milhões
R$ 200 mil
5%
26
6
2025
R$ 4 milhões
R$ 1 milhão
26%
13
3
2024
R$ 3,2 milhões
R$ 835 mil
26%
14
5
Legislatura 2023 a 2026
R$ 11,4 milhões
R$ 2,1 milhões
18%
53
8
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
1SeagriR$ 4 milhões34,9%
2Fundes/sesacreR$ 2,2 milhões19,4%
3SeeR$ 1,2 milhão10,2%
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
1Rio BrancoR$ 4,2 milhões36,8%
2FeijóR$ 180 mil1,6%
3Mâncio LimaR$ 150 mil1,3%
Fonte: Governo do Acre / SEPLAN — Portal da Transparência (Emendas Parlamentares Estaduais), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Acre e a Assembleia Legislativa do Estado do Acre. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
4
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Acre e a Assembleia Legislativa do Estado do Acre. ↩
4
Candidaturas
7 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2018
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE5.520GAC · 56 anos · Branca · Superior completo · Comerciante · PDT · nº 12111 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018ELEITO4.044GAC · 52 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PTB · nº 14333 · ver resultado completoprestação de contasAssembleia Legislativa
Vice-Prefeito · 2008—LFeijó, Acre · 42 anos · Superior completo · Engenheiro · PSB · nº 13 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Vereador · 2000SUPLENTE57LBujari, Acre · 34 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15690 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE1.039GAC · 32 anos · Superior completo · Engenheiro · PSDB · nº 45100 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PMN / PSDB / PT
Vereador · 1996ELEITO114LBujari, Acre · 30 anos · Superior completo · Agronomo · PSDB · nº 45611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.