Tiago Lacerda

Foto de Tiago Lacerda de Brito
Tiago Lacerda
Tiago Lacerda de Brito (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · último partido PRB
25 anos em 2018 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Tiago Lacerda (Tiago Lacerda de Brito) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado distrital e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado distrital por DF: 341 votos. Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Partidário e R$ 18 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 300) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 112). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 221, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

341 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Tiago Lacerda de Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 50 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Tiago Lacerda declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santo Antônio do Descoberto (GO) em 2016, e deputado distrital por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 32 mil do Fundo Partidário e R$ 18 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 300). Em 2016, 100% dos R$ 221 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 221contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 65% · partido e outras campanhas 35%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil96,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3002,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1120,9%
2016Vereador, Santo Antônio do Descoberto (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 221
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 221
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 221100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892