Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luciana Gurgel (Luciana Araújo Góes Gurgel) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por AP: 5.825 votos. Em 2026, foi candidata a vice-governadora por AP pelo PL. Na campanha de 2022 para deputada estadual por AP, declarou R$ 650 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 650 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 214 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 93 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 940 mil em 2018 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 73 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
3.736 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Luciana Araújo Góes Gurgel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 650 mil em receitas · R$ 650 mil em gastos
Luciana Gurgel declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Amapá em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 650 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 650 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 214 mil). Em 2018, 50% dos R$ 940 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 73 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 650 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 650 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 940 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil13,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil10,9%
Outras 3 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil41,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Governador · 2026Deferido—GAP · 44 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PL · nº 55 · candidatura registrada para a eleição de 4 de outubro de 2026 · ver resultado completoregistro da candidatura
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE3.736GAP · 40 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PL · nº 22123 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018ELEITO5.825GAP · 36 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PR · nº 22123 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.