- Serviços de terceirosR$ 849 mil34,6%
- Materiais impressosR$ 587 mil23,9%
- Publicidade por adesivosR$ 355 mil14,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 154 mil6,3%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 511 mil20,8%
Segundo o Radar do Voto, Fernanda Pessoa (PSD) foi eleita deputada federal pelo Ceará em 2026, com 122.963 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fernanda Pessoa (Fernanda Eneida Pessoa Caracas de Souza) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para deputada federal, deputada estadual e 1º suplente senadora. Ela foi eleita 5 vezes: deputada federal em 2026 e 2022; deputada estadual em 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por CE: 122.963 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 112,5 milhões empenhados em 42 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 70 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por CE, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 35 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 849 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 587 mil) e publicidade por adesivos (R$ 355 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,8 milhões em 2022 (46% com serviços de terceiros) e R$ 992 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fernanda Eneida Pessoa Caracas de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fernanda Pessoa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Ceará em 2010, 2014 e 2018, e deputada federal por Ceará em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 35 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 849 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 587 mil); R$ 2,1 milhões já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 2,8 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2018, R$ 992 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Fernanda Pessoa teve R$ 112,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 42 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 70 municípios. Já foram pagos R$ 100,5 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (69%). As cidades que mais receberam foram Pacatuba, Maracanaú e Fortaleza.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 36,5 milhões | R$ 30,4 milhões | 83% | 22 | 18 |
| 2025 | R$ 37 milhões | R$ 34,6 milhões | 94% | 8 | 41 |
| 2024 | R$ 37,7 milhões | R$ 36,5 milhões | 97% | 12 | 35 |
| Total | R$ 111,2 milhões | R$ 101,5 milhões | 91% | 42 | 70 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.