Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jose Augusto (José Augusto Pugliesi Tavares) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por TO: 24.575 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por TO, declarou R$ 192 mil em receitas: R$ 147 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 182 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil), pessoal (R$ 28 mil) e publicidade por adesivos (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 228 mil em 2018 (44% com publicidade por adesivos) e R$ 239 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
6.856 votos em 2022 · 9 eleições
A votação de Jose Augusto Pugliesi Tavares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 192 mil em receitas · R$ 182 mil em gastos
Jose Augusto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Tocantins em 2006, e deputado estadual por Tocantins em 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 192 mil em receitas: R$ 147 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 182 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil) e pessoal (R$ 28 mil). Em 2018, 44% dos R$ 228 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2014, R$ 239 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 192 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 182 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 228 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 15% · pessoas menos de 1% · empresas 22% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 226 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveisR$ 71 mil31,5%
Materiais impressosR$ 68 mil30,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 43 mil19,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil7,1%
Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil12,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998ELEITO5.609GTO · 40 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15111 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PMDB / PPS
Deputado Estadual · 1994ELEITO4.783GTO · 36 anos · Superior completo · Agronomo · PMDB · nº 15111 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.