Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fernando Marques (Fernando de Castro Marques) disputou 1 eleição, em 2018, para senador por DF, com 124.904 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para senador por DF, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 225 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2,7 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 710 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 654 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 289 mil).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2018: R$ 2,9 milhões em receitas · R$ 2,7 milhões em gastos
Fernando Marques declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Distrito Federal em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 225 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2,7 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 710 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 654 mil).
Receitas em 2018R$ 2,9 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2,7 milhõescampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 8% · pessoas menos de 1% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 2,7 milhões
tudo pago (100%)
Combustíveis e lubrificantesR$ 710 mil26,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 654 mil24,7%
Militância e mobilização de ruaR$ 289 mil10,9%
Materiais impressosR$ 226 mil8,5%
Outras 14 categoriasinclui R$ 44 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 773 mil29,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.