Zenon Luz

Foto de Zenon Luz Ribeiro
Zenon Luz
Zenon Luz Ribeiro (nome civil)
4 eleições entre 1998 e 2018 · último partido MDB
67 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Contador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zenon Luz (Zenon Luz Ribeiro) disputou 4 eleições entre 1998 e 2018, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado distrital por DF: 615 votos. Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 de doações privadas e R$ 417 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 117). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 43% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

284 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Zenon Luz Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 16 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos

Zenon Luz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 de doações privadas e R$ 417 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 117). Em 2006, 43% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 14 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil99,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1170,9%
2006Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil42,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil12,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 1 mil11,9%
  • Materiais impressosR$ 4004,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil28,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892