Dra. Quitéria

Foto de Maria Quitéria Cordeiro dos Santos
Dra. Quitéria
Maria Quitéria Cordeiro dos Santos (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2018 · último partido MDB
65 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dra. Quitéria (Maria Quitéria Cordeiro dos Santos) disputou 2 eleições entre 2014 e 2018, para deputada distrital e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por DF: 2.066 votos. Na campanha de 2018 para deputada distrital por DF, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 63% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

540 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Maria Quitéria Cordeiro dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 20 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Dra. Quitéria declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Distrito Federal em 2014, e deputada distrital por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2014, 63% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2018R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 4 milcontratados
Gastos em 2014R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputada distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
doações de pessoas
FEFC 74% · partido 24% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 4 mil
pago: R$ 2 mil (50%)
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil100,0%
2014Deputada federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 34% · partido 66%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil62,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil24,3%
  • Materiais impressosR$ 4509,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1302,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892