- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 860 mil34,3%
- Materiais impressosR$ 767 mil30,6%
- Serviços de terceirosR$ 280 mil11,2%
- Publicidade por adesivosR$ 223 mil8,9%
- Outras 9 categoriasR$ 377 mil15,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Bauer (Paulo Roberto Bauer) disputou 9 eleições entre 1986 e 2018, para senador, governador, deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: senador em 2010; deputado federal em 2002, 1994 e 1990; deputado estadual em 1986. A maior votação foi em 2010, para senador por SC: 1.588.403 votos. No Senado Federal, teve R$ 56 milhões empenhados em 43 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 105 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por SC, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 657 mil do Fundo Partidário, R$ 295 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 860 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 767 mil) e serviços de terceiros (R$ 280 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6,8 milhões em 2014 e R$ 2,2 milhões em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Roberto Bauer em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Bauer declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, senador por Santa Catarina em 2010 e 2018, e governador por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 657 mil do Fundo Partidário, R$ 295 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 860 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 767 mil). Em 2014, R$ 6,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 2,2 milhões em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Paulo Bauer teve R$ 56 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 43 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 105 municípios. Já foram pagos R$ 53,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram Jaraguá do Sul, Joinville e Caçador.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 15,3 milhões | 99% | 25 | 8 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 13,4 milhões | 90% | 6 | 42 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 12,2 milhões | 98% | 6 | 47 |
| 2016 | R$ 13,1 milhões | R$ 11,7 milhões | 89% | 5 | 42 |
| Total | R$ 55,8 milhões | R$ 52,5 milhões | 94% | 42 | 105 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.