Professora Alzira

Foto de Alzira de Moraes Vieira
Professora Alzira
Alzira de Moraes Vieira (nome civil)
3 eleições entre 2006 e 2020 · último partido PL
62 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Alzira (Alzira de Moraes Vieira) disputou 3 eleições entre 2006 e 2020, para vereadora, deputada estadual e 2º suplente senadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por AP: 1.350 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Macapá/AP, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 88 mil), serviços contábeis (R$ 7 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 100 mil, 77% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

93 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Alzira de Moraes Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 100 mil em receitas · R$ 100 mil em gastos

Professora Alzira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Amapá em 2018, e vereadora em Macapá (AP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 88 mil) e serviços contábeis (R$ 7 mil). Em 2018, 77% dos R$ 100 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 100 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 100 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 100 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereadora, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
sem doações de pessoas
FEFC 50% · Fundo Partidário 50%
Gasto contratado
R$ 100 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 88 mil88,0%
  • Serviços contábeisR$ 7 mil6,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil5,0%
  • Materiais impressosR$ 4000,4%
2018Deputada estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 104 mil
doações de pessoas
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 100 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 77 mil77,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil12,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil3,8%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil2,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil4,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892