- Militância e mobilização de ruaR$ 166 mil82,8%
- Materiais impressosR$ 14 mil7,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil4,5%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil3,0%
- Outras 3 categoriasR$ 5 mil2,6%

Pastor Gilmar da Mundial (Gilmar Gomes Bezerra) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por RO, com 1.573 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 252 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 166 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 9 mil).
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Pastor Gilmar da Mundial declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rondônia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 9 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 252 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 166 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.