Ady Alves

Foto de Ady Alves de Andrade
Ady Alves
Ady Alves de Andrade (nome civil)
3 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PRB
59 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Agricultor
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ady Alves (Ady Alves de Andrade) disputou 3 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RO: 821 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 50 de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 800). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil, 58% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

662 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Ady Alves de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Ady Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 50 de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2010, 58% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 8 mil76,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil14,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8008,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 500,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 330,3%
2010Deputado estadual, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil58,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil36,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 8005,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892