- PessoalR$ 107 mil59,4%
- Materiais impressosR$ 46 mil25,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil7,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil3,3%
- Outras 3 categoriasR$ 6 mil3,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ivana Melo (Ivana Melo Viana Dias) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por RO, com 64 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RO, declarou R$ 191 mil em receitas: R$ 128 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 59 mil do Fundo Partidário, R$ 758 de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com pessoal (R$ 107 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Ivana Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rondônia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 191 mil em receitas: R$ 128 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 59 mil do Fundo Partidário, R$ 758 de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com pessoal (R$ 107 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.