Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Miguel Correa (Miguel Correa da Silva Júnior) disputou 5 eleições entre 2004 e 2018, para senador, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006; vereador de Belo Horizonte em 2004. A maior votação foi em 2018, para senador por MG: 1.282.946 votos. No Senado Federal, teve R$ 12,8 milhões empenhados em 22 emendas individuais ao orçamento de 2019, para 32 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por MG, declarou R$ 912 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 825 de outras campanhas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 470 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 255 mil) e serviços de terceiros (R$ 90 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,8 milhões em 2014 (63% com pessoal) e R$ 1,6 milhão em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.282.946 votos em 2018 · 5 eleições
A votação de Miguel Correa da Silva Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 912 mil em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados
Miguel Correa declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, e senador por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 912 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 825 de outras campanhas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 470 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 255 mil). Em 2014, 63% dos R$ 2,8 milhões em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, 50% dos R$ 1,6 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2018R$ 912 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,2 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 2,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil2,9%
Outras 8 categoriasR$ 31 mil11,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 12,8 milhões empenhados · 89% pago · 22 emendas em 32 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
No Senado Federal, Miguel Correa teve R$ 12,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 22 emendas individuais ao orçamento de 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 32 municípios. Já foram pagos R$ 11,4 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Conceição do Mato Dentro, Ilhéus e Santo Antônio do Itambé.2
EmpenhadoR$ 12,8 milhõesorçamento de 2019
PagoR$ 11,4 milhões89% do empenhado, com restos a pagar
Emendas22individuais
Municípios32diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 12,8 milhões
R$ 11,4 milhões
89%
22
32
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 7,1 milhões55,5%
2EducaçãoR$ 2,2 milhões17,2%
3UrbanismoR$ 1,7 milhão13,3%
Municípios que mais receberam
1Conceição do Mato DentroR$ 800 mil6,2%
2IlhéusR$ 736 mil5,7%
3Santo Antônio do ItambéR$ 500 mil3,9%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
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Candidaturas
5 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Senador · 2018NÃO ELEITO1.282.946GMG · 40 anos · Parda · Superior completo · Deputado · PT · nº 130 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.