Dr Valdemar Cavalcante (Valdemar Cavalcante de Miranda Neto) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por RO, com 4.531 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 306 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 198 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 289 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 144 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 52 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2018: R$ 306 mil em receitas · R$ 289 mil em gastos
Dr Valdemar Cavalcante declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rondônia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 306 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 198 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 289 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 144 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 52 mil).
Receitas em 2018R$ 306 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 289 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil19,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.