- PessoalR$ 204 mil35,6%
- Publicidade por adesivosR$ 114 mil20,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 70 mil12,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 58 mil10,1%
- Outras 14 categoriasR$ 126 mil22,0%

Carla do Trento (Carla Rodrigues Schock) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por RO, com 1.441 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RO, declarou R$ 635 mil em receitas: R$ 172 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 62 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 181 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 572 mil, principalmente com pessoal (R$ 204 mil), publicidade por adesivos (R$ 114 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 70 mil).
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Carla do Trento declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rondônia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 635 mil em receitas: R$ 172 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 62 mil de doações privadas (28 doadores) e R$ 181 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 572 mil, principalmente com pessoal (R$ 204 mil) e publicidade por adesivos (R$ 114 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.