9 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PATRIOTA
56 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
Zeca Bombeiro (José de Souza) disputou 9 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Blumenau em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 9.738 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SC, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 23 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil) e pessoal (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 21 mil em 2020 (81% com publicidade por materiais impressos) e R$ 51 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
6.514 votos em 2022 · 9 eleições
A votação de José de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 83 mil em receitas · R$ 83 mil em gastos
Zeca Bombeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Blumenau (SC) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Santa Catarina em 2014 e 2018, e deputado federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 23 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil). Em 2020, 81% dos R$ 21 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 48% dos R$ 51 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 83 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 83 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 33% · pessoas 36% · empresas 31%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Outras 1 categoriaR$ 18 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004SUPLENTE1.361LBlumenau, Santa Catarina · 38 anos · Ensino fundamental completo · Policial Militar · PDT · nº 12193 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE928LBlumenau, Santa Catarina · 34 anos · Ensino médio incompleto · Militar em Geral · PSDB · nº 45699 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.