Professor Rildo

Foto de Rildo Frederico Ferreira
Professor Rildo
Rildo Frederico Ferreira (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2018 · último partido REDE
47 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Rildo (Rildo Frederico Ferreira) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual, vereador, deputado federal, vice-governador e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por AP: 202 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 46 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 86). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 (99% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

35 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Rildo Frederico Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorVereadorDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em receitas · R$ 86 em gastos

Professor Rildo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Amapá em 2014, vereador em Macapá (AP) em 2016, e deputado estadual por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 46 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 86). Em 2016, 99% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 76% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 86campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
FEFC 54% · pessoas 44% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 86
tudo pago (100%)
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 86100,0%
2016Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil99,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 120,2%
2014Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 62% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil76,3%
  • Materiais impressosR$ 48022,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 180,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892