Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Angelus Figueira (Angelus Cruz Figueira) disputou 10 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006; prefeito de Manacapuru em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AM: 31.026 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Manacapuru/AM, declarou R$ 450 mil em receitas: R$ 443 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 406 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 244 mil), serviços advocatícios (R$ 52 mil) e pessoal (R$ 37 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 252 mil em 2020 e R$ 250 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
12.259 votos em 2024 (anulados) · 10 eleições
A votação de Angelus Cruz Figueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 450 mil em receitas · R$ 406 mil em gastos
Angelus Figueira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006 e 2018, e prefeito em Manacapuru (AM) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 450 mil em receitas: R$ 443 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 406 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 244 mil) e serviços advocatícios (R$ 52 mil). Em 2020, R$ 252 mil em gastos contratados; em 2018, 55% dos R$ 250 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2024R$ 450 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 406 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 252 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2024VOTOS ANULADOSINDEFERIDO12.259LManacapuru, Amazonas · 74 anos · Parda · Superior completo · Engenheiro · DC · nº 27 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO11.993LManacapuru, Amazonas · 46 anos · Superior completo · Engenheiro · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994SUPLENTE13.368GAM · 44 anos · Superior completo · Engenheiro · PP · nº 3911 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.