Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Milton Andrade (Milton Arthur Vasconcelos de Andrade Cruz) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para vice-governador e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2018 para governador por SE, declarou R$ 184 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 135 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 50 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
35.111 votos em 2018 · 2 eleições
A votação de Milton Arthur Vasconcelos de Andrade Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 184 mil em receitas · R$ 173 mil em gastos
Milton Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Sergipe em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 184 mil em receitas: R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (9 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 135 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 50 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil).
Receitas em 2018R$ 184 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 173 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 4% · pessoas 23% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 173 mil
tudo pago (100%)
Publicidade por adesivosR$ 50 mil29,0%
Materiais impressosR$ 42 mil24,5%
Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil11,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil9,0%
Outras 8 categoriasinclui R$ 22 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 0 doados a outros candidatos e partidosR$ 45 mil26,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.