Izabel Cadeirante

Foto de Izabel Cristina Soares Lopes
Izabel Cadeirante
Izabel Cristina Soares Lopes (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2020 · PDT
52 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Agente Administrativo
redes informadas ao TSE

Izabel Cadeirante (Izabel Cristina Soares Lopes) disputou 4 eleições entre 2012 e 2020, para vereadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por PR: 317 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Londrina/PR, declarou R$ 900 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2018 (87% com militância e mobilização de rua) e R$ 300 em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

93 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Izabel Cristina Soares Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 900 em receitas

Izabel Cadeirante declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Londrina (PR) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 900 em receitas, de outras campanhas. Em 2018, 87% dos R$ 10 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, 100% dos R$ 300 em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros.

Receitas em 2020R$ 900campanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Londrina (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 900
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputada estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
FEFC 61% · Fundo Partidário 12% · partido e outras campanhas 26% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil86,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil10,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 1801,8%
  • Materiais de expedienteR$ 800,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 400,4%
2016Vereadora, Londrina (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 300100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892