Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Neves (Marcelo da Costa Pinto Neves) disputou 1 eleição, em 2018, para senador por DF, com 73.753 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para senador por DF, declarou R$ 363 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 83 mil de doações privadas (15 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 357 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 177 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 61 mil).
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 363 mil em receitas · R$ 357 mil em gastos
Marcelo Neves declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Distrito Federal em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 363 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 83 mil de doações privadas (15 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 357 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 177 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil).
Receitas em 2018R$ 363 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 357 milcampanha encerrada; tudo pago
15 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 72% · pessoas 23% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 357 mil
tudo pago (100%)
Serviços de terceirosR$ 177 mil49,6%
Materiais impressosR$ 68 mil19,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 61 mil17,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil5,0%
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil9,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.