Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado estadual por Santa Catarina, Paulo Eccel (PT) teve 16.689 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida). Esses votos não entram nos votos válidos. Paulo Eccel (Paulo Roberto Eccel) disputou 11 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Brusque em 2008; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Brusque/SC: 35.998 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 318 mil em receitas: R$ 122 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 152 mil de doações privadas (30 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 46 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e locação de imóveis (R$ 9 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 157 mil em 2022 (47% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 195 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
16.689 votos em 2026 (anulados) · 11 eleições
A votação de Paulo Roberto Eccel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 318 mil em receitas · R$ 111 mil em gastos contratados
Paulo Eccel declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Brusque (SC) em 2008, 2012, 2020 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 318 mil em receitas: R$ 122 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 152 mil de doações privadas (30 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 46 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil); R$ 51 mil já foram pagos. Em 2022, 47% dos R$ 157 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2020, 42% dos R$ 195 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 318 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 111 milcontratados, parcial; R$ 51 mil pagos
Gastos em 2022R$ 157 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 13% · empresas 6% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 53 mil42,5%
Despesas postaisR$ 25 mil19,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil7,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil7,1%
Outras 15 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil23,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2026VOTOS ANULADOSIndeferido16.689GSC · 61 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PT · nº 13030 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE16.561GSC · 57 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 13030 · ver resultado completo
Prefeito · 20201º turnoNÃO ELEITO12.324LBrusque, Santa Catarina · 55 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 13 · ver resultado completo
Prefeito · 20201º turnoNÃO ELEITO12.324LBrusque, Santa Catarina · 55 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE13.750GSC · 53 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PT · nº 13030 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2012VOTOS ANULADOSCASSADO35.998LBrusque, Santa Catarina · 47 anos · Superior completo · Prefeito · PT · nº 13 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Coligação: PP / PDT / PT / PMDB / PR / PPS / PHS / PTC / PC do B
Vereador · 1996489não eleitoLBrusque, Santa Catarina · 31 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13670 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.