Fabio Janilson

Foto de Fabio Janilson Pereira de Oliveira
Fabio Janilson
Fabio Janilson Pereira de Oliveira (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PT
41 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fabio Janilson (Fábio Janilson Pereira de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Porto Velho/RO: 318 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 900 de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (99% com pessoal) e R$ 354 em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

216 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Fabio Janilson Pereira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 8 mil em receitas

Fabio Janilson declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Rondônia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 900 de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas. Em 2016, 99% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 45% dos R$ 354 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 55% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 34%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Porto Velho (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 2 mil99,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 60,3%
2012Vereador, Porto Velho (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 360
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 44% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 354
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16045,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 194 doados a outros candidatos e partidosR$ 19454,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892