- Impulsionamento de conteúdosR$ 114 mil45,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 38 mil15,3%
- Materiais impressosR$ 37 mil14,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil5,6%
- Outras 9 categoriasR$ 46 mil18,5%
Segundo o Radar do Voto, Pedro Lobo (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Ceará em 2026, com 16.048 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pedro Lobo (Pedro Neto Lobo Soares) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Crato em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por CE: 16.519 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, indicou R$ 1 milhão em 3 emendas estaduais ao orçamento de 2025, para 3 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por CE, declarou R$ 259 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 64 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 125 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 114 mil), militância e mobilização de rua (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 207 mil em 2022 e R$ 21 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Pedro Neto Lobo Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pedro Lobo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Crato (CE) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Ceará em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 259 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 64 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 125 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 114 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 38 mil); R$ 249 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 207 mil em gastos; em 2020, R$ 21 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Pedro Lobo indicou R$ 1 milhão em 3 emendas estaduais ao orçamento de 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 3 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fundo Estadual de Saúde (100%). As cidades que mais receberam foram Iguatu, Saboeiro e Assaré.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 1 milhão | R$ 0 | 0% | 3 | 3 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Ceará — emendas parlamentares ao orçamento (PCF/individuais), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.