Darci Chutando Balde

Foto de Darci Pires de Lima
Darci Chutando Balde
Darci Pires de Lima (nome civil)
8 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PT
60 anos em 2020 · Masculino · Lê e escreve
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Darci Chutando Balde (Darci Pires de Lima) disputou 8 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SC: 570 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São José/SC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 580 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2018 (100% com publicidade por adesivos) e R$ 9 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

69 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Darci Pires de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Darci Chutando Balde declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2010, 2014 e 2018, vereador em Florianópolis (SC) em 2008 e 2012, e vereador em São José (SC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 580 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2018, 100% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2014, 63% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São José (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
FEFC 88% · partido 12%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 70% · Fundo Partidário 30%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil100,0%
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil62,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil26,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil10,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 180,2%
Ver as 4 campanhas anteriores
2012Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 35% · pessoas 65%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 64357,2%
  • Materiais impressosR$ 22520,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 504,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 207 lançados como "diversas a especificar"R$ 20718,4%
2010Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 29% · empresas 19% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil14,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil13,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2302,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil69,8%
2008Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 710
doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 710
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 152,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 69597,9%
2006Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido 68% · pessoas 12% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil28,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 1072,1%
  • Materiais impressosR$ 701,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 180,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil68,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892