Felipe Lucas

Foto de Felipe Lucas
Felipe Lucas
8 eleições entre 1998 e 2020 · último partido CIDADANIA
76 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Felipe Lucas disputou 8 eleições entre 1998 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 31.636 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PR, declarou R$ 202 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 117 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 196 mil, principalmente com pessoal (R$ 93 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 31 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 131 mil em 2010 e R$ 39 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

22.230 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Felipe Lucas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 202 mil em receitas · R$ 196 mil em gastos

Felipe Lucas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 202 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 117 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 196 mil, principalmente com pessoal (R$ 93 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil). Em 2010, R$ 131 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 39 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 202 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 196 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 131 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 202 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 10% · partido e outras campanhas 25% · pessoas 58% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 196 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 93 mil47,2%
  • Materiais impressosR$ 38 mil19,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil15,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil10,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 14 mil7,1%
2010Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 131 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 24% · empresas 46% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 131 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39 mil29,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil26,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil6,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil5,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 41 mil31,1%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · empresas 44% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil40,0%
  • PessoalR$ 14 mil36,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,2%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil3,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 6 mil15,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892