Auditor Paulo Martins

Foto de Paulo Wanderson Moreira Martins
Auditor Paulo Martins
Paulo Wanderson Moreira Martins (nome civil)
1 eleição em 2018 · AVANTE
28 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal

Auditor Paulo Martins (Paulo Wanderson Moreira Martins) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado distrital por DF, com 1.384 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 23 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 19).

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Financiamento das campanhas

2018: R$ 59 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos

Auditor Paulo Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 23 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).

Receitas em 2018R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 28 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 7% · Fundo Partidário 20% · partido 18% · pessoas 38% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 28 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil87,5%
  • Materiais impressosR$ 4 mil12,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 19menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

1 candidatura

Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892