- PessoalR$ 246 mil34,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 221 mil31,1%
- Materiais impressosR$ 106 mil14,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 32 mil4,5%
- Outras 15 categoriasR$ 105 mil14,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcello Richa (Marcello Bernardi Vieira Richa) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por PR, com 20.021 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PR, declarou R$ 728 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 71 mil de doações privadas (31 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 567 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 710 mil, principalmente com pessoal (R$ 246 mil), militância e mobilização de rua (R$ 221 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 106 mil).
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Marcello Richa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 728 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 71 mil de doações privadas (31 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 567 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 710 mil, principalmente com pessoal (R$ 246 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 221 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.