Paulo Deola

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Paulo Deola
6 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PP
48 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Paulo Deola disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, vice-prefeito e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Bom Jesus do Sul em 2016; prefeito de Bom Jesus do Sul em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PR: 26.676 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PR, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 744 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 154 mil) e serviços de terceiros (R$ 57 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 55% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

26.676 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Paulo Deola em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos

Paulo Deola declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Bom Jesus do Sul (PR) em 2008, e deputado estadual por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 744 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 154 mil). Em 2008, 55% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 744 mil74,4%
  • Materiais impressosR$ 154 mil15,4%
  • Serviços de terceirosR$ 57 mil5,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil1,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 76 lançados como "diversas a especificar" e R$ 13 doados a outros candidatos e partidosR$ 32 mil3,2%
2008Prefeito, Bom Jesus do Sul (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil54,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil21,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 120 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil24,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892