Tininha

Foto de Maria Cristina Ferreira Silva
Tininha
Maria Cristina Ferreira Silva (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · PR
42 anos em 2018 · Feminino · Ensino médio completo
Agricultor

Tininha (Maria Cristina Ferreira Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RO: 92 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RO, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 27 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 33 mil), pessoal (R$ 10 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 49% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

92 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Maria Cristina Ferreira Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 77 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos

Tininha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Ji-Paraná (RO) em 2016, e deputada estadual por Rondônia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 27 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 33 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Em 2016, 49% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2018R$ 77 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 65% · pessoas 35%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil65,7%
  • PessoalR$ 10 mil20,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil9,0%
  • Locação de imóveisR$ 9001,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil2,7%
2016Vereadora, Ji-Paraná (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 71% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil49,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil28,9%
  • Materiais impressosR$ 58016,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1805,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892