Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elci Noivas (Elci Maria dos Santos Almeida) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por RO, com 245 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RO, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 30 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil).
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 39 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos
Elci Noivas declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rondônia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 30 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).
Receitas em 2018R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 5% · Fundo Partidário 18% · partido e outras campanhas 77%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil22,5%
Materiais impressosR$ 4 mil15,8%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil12,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil11,9%
Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil37,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.