5 eleições entre 2006 e 2022 · último partido UNIÃO
69 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eliana Pedrosa (Eliana Maria Passos Pedrosa) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para deputada federal, governadora, vice-governadora e deputada distrital. Ela foi eleita 2 vezes: deputada distrital em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2018, para governadora por DF: 105.579 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por DF, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil do Fundo Partidário e R$ 205 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 967 mil), militância e mobilização de rua (R$ 310 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 294 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,6 milhões em 2018 (55% com militância e mobilização de rua) e R$ 1 milhão em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
23.453 votos em 2022 · 5 eleições
A votação de Eliana Maria Passos Pedrosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. DistritalGovernadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 2 milhões em receitas · R$ 2,1 milhões em gastos contratados
Eliana Pedrosa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada distrital por Distrito Federal em 2006 e 2010, deputada federal por Distrito Federal em 2014 e 2022, e governadora por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil do Fundo Partidário e R$ 205 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 967 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 310 mil). Em 2018, 55% dos R$ 3,6 milhões em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 42% dos R$ 1 milhão em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2022R$ 2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 2,1 milhõescontratados
Gastos em 2018R$ 3,6 milhõescontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 51 mil6,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 41 mil5,3%
Outras 21 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 225 mil29,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.