Segundo o Radar do Voto, Rudson Leite (PV) teve 132 votos para deputado federal por Roraima em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Rudson Leite (Rudson Leite da Silva) disputou 9 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, governador, senador, 2º suplente, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: 2º suplente em 2014. A maior votação foi em 2018, para senador por RR: 5.755 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RR, declarou R$ 300 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 193 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 65 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 48 mil) e serviços contábeis (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 155 mil em 2022 (45% com serviços advocatícios) e R$ 167 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
132 votos em 2026 · 9 eleições
A votação de Rudson Leite da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalSenadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 300 mil em receitas · R$ 193 mil em gastos contratados
Rudson Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Roraima em 2006, 2010 e 2026, senador por Roraima em 2018, e governador por Roraima em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 300 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 193 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 65 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 48 mil); R$ 193 mil já foram pagos. Em 2022, 45% dos R$ 155 mil em gastos contratados foram com serviços advocatícios; em 2018, R$ 167 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 300 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 193 milcontratados, parcial; R$ 193 mil pagos
Gastos em 2022R$ 155 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 85% · pessoas 5% · empresas 10% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação de imóveisR$ 2 mil5,4%
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil4,4%
Materiais impressosR$ 1 mil4,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1700,6%
Outras 3 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil85,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.