Sandra Silva Quilombola (Sandra Maria da Silva) disputou 2 eleições entre 2010 e 2018, para deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada federal por MG, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 24 mil de doações privadas (30 doadores, incluindo vaquinha), R$ 11 mil do partido e de outras campanhas e R$ 235 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com atividades de militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 1 mil) e serviços prestados por terceiros (R$ 750).
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A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.