Ana Claudia Ribeiro

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Ana Claudia Ribeiro
2 eleições entre 2018 e 2020 · último partido REDE
52 anos em 2020 · Feminino · Superior incompleto
Servidor Público Municipal
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Profa Ana Claudia (Ana Claudia Ribeiro) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RJ: 166 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Petrópolis/RJ, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 29 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 583 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil), serviços advocatícios (R$ 4 mil) e serviços contábeis (R$ 4 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 7 mil, 69% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

4 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Ana Claudia Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 29 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos

Profa Ana Claudia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2018, e vereadora em Petrópolis (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 29 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 583 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e serviços advocatícios (R$ 4 mil). Em 2018, 69% dos R$ 7 mil em gastos foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 29 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereadora, Petrópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 29 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil16,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 4 mil13,6%
  • Serviços contábeisR$ 4 mil13,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5001,7%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil54,8%
2018Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
FEFC 43% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 54%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 5 mil69,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,1%
  • Materiais impressosR$ 5508,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 4807,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 390,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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