Vitor Hugo (Vitor Hugo Gomes) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Caxias do Sul em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 20.770 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Caxias do Sul/RS, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 34 mil de doações privadas (18 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2016 e R$ 93 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
812 votos em 2020 · 9 eleições
A votação de Vitor Hugo Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 47 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos
Vitor Hugo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Caxias do Sul (RS) em 2008, 2012 e 2020, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Caxias do Sul (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 34 mil de doações privadas (18 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 23 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 93 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 47 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 32 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil6,6%
Locação de imóveisR$ 1 mil5,5%
Outras 2 categoriasR$ 3642,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE812LCaxias do Sul, Rio Grande do Sul · 53 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12700 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2016NÃO ELEITO1.343LCaxias do Sul, Rio Grande do Sul · 49 anos · Branca · Superior completo · Advogado · REDE · nº 18 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE20.770GRS · 35 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PT · nº 13613 · ver resultado completo
Coligação: PT / PCB / PMN / PC do B
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA2.391LCaxias do Sul, Rio Grande do Sul · 33 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13613 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSB / PC do B / PPS / PV
Vereador · 1996SUPLENTE1.435LCaxias do Sul, Rio Grande do Sul · 29 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 13613 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.