Vitor Hugo Gomes

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Vitor Hugo Gomes
9 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PDT
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Vitor Hugo (Vitor Hugo Gomes) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Caxias do Sul em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 20.770 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Caxias do Sul/RS, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 34 mil de doações privadas (18 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2016 e R$ 93 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

812 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Vitor Hugo Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 47 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos

Vitor Hugo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Caxias do Sul (RS) em 2008, 2012 e 2020, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Caxias do Sul (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 34 mil de doações privadas (18 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 23 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 93 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 47 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 32 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
18 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
pessoas 71% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 32 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 18 mil54,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil15,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil10,4%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 17 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil15,0%
2016Prefeito, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 9% · pessoas 18% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil33,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil17,8%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 4 mil17,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil15,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil16,0%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 93 mil
9 doadores pessoas físicas
partido 56% · pessoas 7% · empresas 27% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 93 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil35,1%
  • PessoalR$ 11 mil11,4%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil11,0%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil11,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 29 mil31,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 39% · empresas 47% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil21,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil19,0%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil18,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil15,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil26,0%
2008Vereador, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 16% · empresas 45% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil78,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil6,6%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil5,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 3642,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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