- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil38,8%
- Materiais impressosR$ 3 mil22,4%
- Serviços advocatíciosR$ 3 mil19,4%
- Serviços contábeisR$ 3 mil19,4%
- Outras 1 categoriaR$ 2menos de 0,1%
Professor Joziel (Joziel Ferreira Carlos) disputou 9 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2018. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 34.274 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por RJ pelo REPUBLICANOS. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 74,6 milhões empenhados em 71 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 26 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 63 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços advocatícios (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2024 (52% com materiais de expediente) e R$ 771 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joziel Ferreira Carlos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Joziel declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em São João de Meriti (RJ) em 2008 e 2012, prefeito em São João de Meriti (RJ) em 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 63 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil); R$ 9 mil já foram pagos. Em 2024, 52% dos R$ 22 mil em gastos foram com materiais de expediente; em 2022, 82% dos R$ 771 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Professor Joziel teve R$ 74,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 71 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 26 municípios. Já foram pagos R$ 71,9 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram Rio de Janeiro, Paracambi e Seropédica.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 30 milhões | 94% | 18 | 12 |
| 2022 | R$ 16,8 milhões | R$ 16,7 milhões | 99% | 18 | 14 |
| 2021 | R$ 10,8 milhões | R$ 9,6 milhões | 89% | 13 | 6 |
| 2020 | R$ 15 milhões | R$ 14,8 milhões | 99% | 22 | 1 |
| Total | R$ 74,6 milhões | R$ 71,1 milhões | 95% | 71 | 26 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.