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Fabiano Pavio

Foto de Fabiano da Silva Avelino
Fabiano Pavio
Fabiano da Silva Avelino (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · PPL
39 anos em 2018 · Masculino · Superior incompleto
Professor e Instrutor de Formação Profissional

Fabiano Pavio (Fabiano da Silva Avelino) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em São Paulo/SP: 791 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 480 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (12 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 91 mil, 52% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

502 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Fabiano da Silva Avelino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 17 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos

Fabiano Pavio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2016, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 480 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (12 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2016, 52% dos R$ 91 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 91 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
12 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 3% · partido 3% · pessoas 82% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 14 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil69,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil13,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil8,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4313,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 179 lançados como "diversas a especificar"R$ 7915,5%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
24 doadores pessoas físicas
partido 7% · pessoas 91% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 48 mil52,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil8,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil7,5%
  • PessoalR$ 6 mil7,1%
  • Outras 12 categoriasR$ 22 mil24,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.