Aquiciley Filho do Adão Campo

Foto de Aquiciley Silva do Carmo
Aquiciley Filho do Adão Campo
Aquiciley Silva do Carmo (nome civil)
7 eleições entre 2012 e 2024 · último partido REPUBLICANOS
42 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Militar Reformado
redes informadas ao TSE

Aquiciley Filho do Adão Campo (Aquiciley Silva do Carmo) disputou 7 eleições entre 2012 e 2024, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Duque de Caxias em 2020. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 7.943 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Duque de Caxias/RJ, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 33 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 233 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil), serviços contábeis (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 54 mil em 2022 e R$ 10 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

2.493 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Aquiciley Silva do Carmo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 33 mil em receitas · R$ 33 mil em gastos

Aquiciley Filho do Adão Campo declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Duque de Caxias (RJ) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 33 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 233 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil). Em 2022, R$ 54 mil em gastos; em 2020, 53% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 33 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 54 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2012 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · partido e outras campanhas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 33 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 18 mil53,6%
  • Serviços contábeisR$ 5 mil15,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil11,0%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil10,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil9,6%
2022Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
sem doações de pessoas
FEFC 58% · Fundo Partidário 10% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 54 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil36,5%
  • Materiais impressosR$ 14 mil26,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil14,9%
  • Serviços contábeisR$ 6 mil11,6%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil10,8%
2020Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil53,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil30,5%
  • Serviços contábeisR$ 8007,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5004,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 3203,2%
Ver as 4 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 5% · partido e outras campanhas 70% · pessoas 25%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil81,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil6,8%
  • AlimentaçãoR$ 1 mil6,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5002,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 4322,4%
2016Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 300100,0%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 5% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil94,4%
  • Serviços de terceirosR$ 4395,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 5menos de 0,1%
2012Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 800
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 797
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 74092,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 57 lançados como "diversas a especificar"R$ 577,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892