Prof. Aldo Santos

Foto de Aldo Josias dos Santos
Prof. Aldo Santos
Aldo Josias dos Santos (nome civil)
12 eleições entre 1982 e 2018 · último partido PSOL
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Aldo Santos (Aldo Josias dos Santos) disputou 12 eleições entre 1982 e 2018, para deputado federal, prefeito, vice-governador, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Bernardo do Campo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 17.620 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), materiais de expediente (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 400). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (94% com publicidade por materiais impressos) e R$ 16 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.274 votos em 2018 (anulados) · 12 eleições

A votação de Aldo Josias dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos

Prof. Aldo Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em São Bernardo do Campo (SP) em 2008, 2012 e 2016, vice-governador por São Paulo em 2010, e deputado federal por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e materiais de expediente (R$ 3 mil). Em 2016, 94% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 67% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 9 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 85% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 9 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil54,6%
  • Materiais de expedienteR$ 3 mil36,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4004,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 3003,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 7 doados a outros candidatos e partidosR$ 1021,2%
2016Prefeito, São Bernardo do Campo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil94,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1505,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 120,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 8 doados a outros candidatos e partidosR$ 80,3%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 55% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil66,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil19,1%
  • PessoalR$ 2 mil9,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4763,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 19 lançados como "diversas a especificar"R$ 2311,5%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, São Bernardo do Campo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 81048,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 52531,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 21012,5%
  • Materiais de expedienteR$ 1257,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 6 doados a outros candidatos e partidosR$ 60,4%
2010Vice-governador, São Paulo
Arrecadado
R$ 400
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Prefeito, São Bernardo do Campo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil48,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3462,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1831,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1801,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil46,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892