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Patricia Orsi

Foto de Ana Patricia Orsi
Patricia Orsi
Ana Patricia Orsi (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · PDT
45 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Advogado

Patricia Orsi (Ana Patricia Orsi) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RS: 5.540 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RS, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 13 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 13 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.540 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Ana Patricia Orsi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 77 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos

Patricia Orsi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Campo Bom (RS) em 2016, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 13 mil). Em 2016, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 77 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 76 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
12 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 51% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 76 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 45 mil59,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil17,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil16,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil2,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil3,7%
2016Vereadora, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido 5% · pessoas 7% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil23,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil19,9%
  • Serviços de terceirosR$ 98514,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 90013,0%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 955 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil29,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.