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Hildegart Durigon - Edgar

Foto de Hildegart Thessmann Durigon
Hildegart Durigon - Edgar
Hildegart Thessmann Durigon (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2020 · PSDB
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Bancário e Economiário
redes informadas ao TSE

Hildegart Durigon - Edgar (Hildegart Thessmann Durigon) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Orleans em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Orleans/SC: 556 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Orleans/SC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), militância e mobilização de rua (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 765). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 15 mil, 45% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

241 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Hildegart Thessmann Durigon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Hildegart Durigon - Edgar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Orleans (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil). Em 2016, 45% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Orleans (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil33,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil19,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 76515,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 71914,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 90017,7%
2016Vereador, Orleans (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 7% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil44,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil17,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil12,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil12,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil12,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.